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Organizando as Ideias Parte 3 — Diferença entre palavras iguais.

em quarta-feira, 18 de novembro de 2015 | 2 comentários:
O post hoje é bem curtinho, apesar do título longo e um pouco confuso. Palavras iguais têm diferenças?
 Ok, vamos lá: diferença entre palavras iguais é/seria/será a diferença entre "em cima", "acima" e "encima", "embaixo", "abaixo" e "em baixo", "sob" e "sobre" essa é bem fácil. Se vocês quiserem, faço um post com os porquês, mas não serão explicados aqui. 
  • Primeiro caso: acima, encima e em cima
Isso causa muitas, muitas, dúvidas e às vezes eu fico me perguntando qual o correto; acontece que é tão fácil, que fico com uma vergonha interna e secreta por não saber. 
Analisem essas duas frases e, por favor, não pesquisem qual a certa, tentem 'adivinhar' apenas pela leitura:
  1. Deixei meu livro encima da mesa
  2. Aquela caneta estava em cima da mesa
Das duas frases, apenas a segunda está certa. Isso ocorre porque "em cima" é advérbio de lugar, ou seja, expressa o lugar onde algo/alguém está/estava/qualquer outra conjugação do verbo estar. Logo, a primeira frase tem um erro de semântica, porque "encima" nada mais é do que o verbo encimar conjugado na terceira pessoa do presente do indicativo ou na segunda pessoa do singular do imperativo. Adoro tempos verbais! 
  1. Ela encima — terceira pessoa do presente do indicativo
  2. Encima você — segunda pessoa do singular do imperativo
Sabe-se que advérbios são, em sua maioria, uma única palavra que caracteriza algo ou alguém. Locuções adverbiais são o contrário, são conjuntos de palavras com valor de apenas uma. Ou seja, em cima é, na verdade, uma locução adverbial e acima é, de verdade, o advérbio de lugar.  
PS: acima tem suas explicações também, como a diferença entre a cima e acima.
 
Disponível em: http://www.portugues.com.br/gramatica/em-cima-ou-encima.html
  • Segundo caso: embaixo e em baixo
 Aqui acontece quase a mesma coisa. A diferença é ainda mais simples: em baixo é usado quando a palavra 'baixo' tiver sentido de adjetivo, quando caracterizar algo ou alguém. Embaixo é, então, o advérbio.
 Atenção ao fato que o contrário de embaixo é em cima! Ou seja, o contrário de um separado é o outro junto e vice versa. Entenderam?
  1. Permaneci embaixo das escadas — advérbio de lugar
  2. A pintura estava em baixo relevo — adjetivo
 Abaixo é antônimo de acima. É advérbio, usado em situações em que não há oposição a de cima

  • Terceiro caso: sob e sobre
Acredito que esse seja o mais fácil, mas é sempre bom relembrar. 
Os dois são advérbios de lugar o que, para alguns, possa dificultar a diferenciação. Recorre-se, então, à etimologia (origem) das palavras; sob vem de 'sub', que forma palavras como subterrâneo, subentender, ou seja, dá o sentido de inferioridade, de algo que está embaixo. Sobre vem de super, que significa a mesma coisa em latim e em português, além de dispensar definições. 
  1. O jurado estava sob pressão — sentido de inferioridade, embaixo de algo
  2. Achei o livro de matemática sobre a mesa — superioridade, acima de algo.
Não há variações, tampouco exceções, como "sobre a liderança" ou "sobre pressão". Se está/estão com alguém liderando ou pressionando, logo, está/estão sob pressão e sob liderança.

Não foi a melhor explicação do mundo, não sou nenhuma mestre em Língua Portuguesa, mas espero que tenham entendido. Talvez eu faça um post com os porquês e com as diferenças de "acima — a cima", "abaixo — a baixo" e outros exemplos que não sei agora. Qualquer dúvida, sugestão de post, reclamação, elogio, comentem. 
Deixem um comentário caso o post tenha sido útil, ou não, vai saber né. 
Xx,
 






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Organizando as Ideias — Parte 2: Crase

em sábado, 8 de agosto de 2015 | 6 comentários:
Oi, gente, tudo bem? Voltei com mais um post sobre as ideias e tudo mais. Entretanto, antes de começar de verdade as dicas, eu preciso repassar aqui o melhor diálogo do mundo. 
Cenário: Grupo da staff no WhatsApp
Miss: Dane? Posso fazer um post no pp sobre crase/pqs?
Dani: SIM. POR FAVOR, FAÇA. 
Juro que ela mandou no caps lock, então, Dani, o post é pra você <3
UM AVISO: SENTEM E RELAXEM QUE O POST HOJE É GRANDE. ENORME. GIGANTE.

Sem mais lenga lenga, é quase constitucional o ódio pela crase. Sim, ódio. Conheço pessoas que odeiam o acento diferencial pelo simples fato de não saber usá-lo, pois eu digo a vocês: não tem segredo e nem dificuldade. 
Primeiramente: O que é crase? Crase é um acento diferencial. Por quê? Porque ela é um acento agudo "ao contrário". Crase é a junção do acento agudo + preposição a. Logo: a + á = à. Até aqui tudo moleza, não é? A definição de frase é passada no fundamental. 
  • 1º Caso: Indicação de lugar
Tem uma regra muito, mas muito simples que nos diz se há crase ou não na indicação de lugar. Muitas pessoas confundem isso aqui e, falando no universo de fanfics, autoras perdem nota em CFs pelo uso errado da crase. Sim, desconto bastante nota em ortografia se tiver mais de três erros de crase. julguem.
A regra é o seguinte: Vou a, volto da, crase há. Vou a, volto de, crase para quê? Entenderam? Não? Ok, exemplo:
  • Vou a Paris.
  • Vou a França.
Em qual dos dois casos tem crase? Até o dia em que a língua portuguesa for extinta, é no segundo caso, pois: vou a França, volto da França. Então eu vou à França. 
Mas, pode ser que se use crase no primeiro caso? Sim, sob uma única condição: se o termo "cidade de" estiver implícito. Como assim? Simples: vou a cidade de Paris, volto da cidade de Paris. Mas nem sempre isso ocorre, então não se usa crase. 

  • 2º Caso: Devido a. 
Já fiz várias CFs com o erro de "devido a". É um caso bem particular da crase e, na minha opinião, bem chato também. Até hoje, não consegui nenhuma "fórmula" que explicasse esse caso, então vamos direto aos exemplos:
  • A empresa faliu devido as dívidas
  • A empresa faliu devido a dívidas
Em qual caso tem crase? Para todo o sempre no primeiro, porque o artigo concorda em gênero, número e grau com o substantivo. Não que a segunda frase esteja errada, mas nela não se aplica crase. Como eu disse acima, a crase é a junção de artigo e preposição. Então, esse "as" da primeira frase é, apenas, o artigo. Para que fique realmente certo, a preposição precisa estar ali também, não é? Então, pronto, crase! A empresa faliu devido às dívidas. 

  • 3º Caso: À moda de, à maneira de.
Sempre, sempre, absolutamente sempre que você ler/vir/escrever que algo é feito "a moda" de algo/alguém, tem crase. Por quê? Porque é a regra. Sério, a regra é essa e, até hoje, que eu saiba, ninguém foi atrás da origem. 
  • Ele governava a Luís XV
  • Uma lasanha a bolonhesa, por favor. 
Nos dois casos há crase, porque o termo "moda" está implícito em ambos. Ele governava à moda Luís XIV. Uma pizza à moda bolonhesa, por favor. 
PS: Luís XIV foi um imperador Francês, conhecido pelo egocentrismo. Diz-se que alguém governa à Luís XV, quando há o egocentrismo e vaidade pessoal em demasia. 
Demasia: sinônimo de exagero.

  • 4º Caso: Locuções adverbiais, prepositivas e conjuntiva
Já se perguntou por que os termos "às vezes", "às tais horas" têm crase? Ela e usada, nesses casos, pois são locuções formadas por palavras femininas e que são constituídas por "artigo + preposição". E o que o resultado dessa 'soma'? Isso, crase. 
  • As vezes faz calor, as vezes faz frio.
  • Eles irão a qualquer hora.
O caso que tem crase, claramente, é o primeiro. Acredito que agora, se alguém perguntar, não vão responder "porque tem" e fim. A crase existe, pois é uma locução adverbial de tempo composta por palavras femininas. Ambas no plural. O segundo caso não tem, pois a palavra "qualquer" é masculina e não aceita crase.
  1. Locuções adverbiais: Às vezes, à noite, à tarde, às claras, às escuras, à meia-noite.
  2. Locuções prepositivas: À frente de, à beira de, à exceção de.
  3. Locuções conjuntivas: À proporção que, à medida que.
  • 5º Caso: Substantivos casa e terra
São substantivos tão legais que têm uma regra própria. É um pouco complicadinho, mas se tiver treino e exemplos, vocês vão aprender bem rápido. Vamos por partes: primeiro o substantivo casa.
  • Voltei a casa depois de algumas horas
  • Fui à casa dos meus avós.
Por que o primeiro tem crase e o segundo não? Porque o primeiro pode ser substituído por "lar". Voltei ao lar depois de algumas horas. E o segundo pode ser substituído por "residência". Fui à residência dos meus avós. E como lar é masculino e não aceita crase, o primeiro caso também não tem crase. 
Agora: terra.
  • Foi um alívio quando o avião chegou a terra.
  • O foguete voltou à Terra ontem.
A regra é a mesma, o que muda são as equivalências. O primeiro pode ser substituído por "terra firme" e, nesse caso, a locução não aceita crase. Foi um alívio quando o avião chegou a terra firme. O segundo, quando tratado por "terra natal" e o Planeta, aceita crase.

QUANDO NÃO SE USA CRASE: 
  • 1º Caso: Antes de verbos
A melhor explicação para isso é: verbo não é palavra feminina. Ou ainda: o "a" que às vezes se segue anteriormente não é artigo e nem preposição, é pronome oblíquo. 
  1. Estou a ouvir o discurso do rei CORRETO
  2. Estou à ouvir o discurso do rei ERRADÍSSIMO
  • 2º Caso: Antes de palavras masculinas
Eu acabei citando nos tópicos anteriores "porque tal palavra é masculina". Hora de explicar! É bem simples: palavras masculinas aceitam, sempre, a preposição "o" ou "os" antes, não? Mas... Mas nada! O é masculino, a é feminino. E crase só é usada quando a preposição é "a", feminina. Logo, palavras masculinas não aceitam
  1. Vou dar a ele a explicação CORRETO
  2. Vou dar à ele a explicação ERRADÍSSIMO
  • 3º Caso: Antes de pronomes
Primeiramente: há várias classificações de pronomes: retos, oblíquos, de tratamento, etc. Os pronomes retos são: eu, tu, ele(a), nós, vós, eles(as). Os oblíquos são: me, mi, te, ti, o, a, lhe, lho, lha, nos, vos, as, os, lhes, lhas, lhos. Os de tratamento são: você, senhor, senhora, senhorita, meritíssimo, magnífico, etc. 
São muitos outros de tratamento, mas a regra vale mais para os dois primeiros. 
  1. Ela vai dar um chá a você CORRETO
  2. Ela vai dar um chá à você ERRADÍSSIMO
PS: os únicos pronomes que admitem crase, dentre os citados, em alguns casos, são "senhora" e "senhorita", por serem femininos. 
  • Falaram a senhora que não deveria vir
Nesse caso, o sentido é "falaram para a senhora", então para economizar palavras, coloca-se crase no a, e o sentido permanece o mesmo. Falaram à senhora que não deveria vir.
  • Deram uma chance a senhorita para participar do concurso
Se deu chance, deu a alguém. E como o alguém é feminino, e aceita preposição, crase! Deram uma chance à senhorita para participar do concurso.

É """basicamente""" isso hahaha. Caso queiram, falo mais sobre essa lindeza que é a crase. Qualquer dúvida, podem falar falar comigo, mandar mensagem no facebook, whatsapp, email, ligar, mandar carta, sinal de fogo e até código morse. Eu vou responder de todo agrado hauea. 
Preparei tipo uma "tarefa", ou melhor, um treinamento para ver se vocês aprenderam. São cinco perguntas que vocês vão responder e, quem acertar mais, fala comigo e a gente negocia algum tipo de "premiação". 
Nenhuma das perguntas é obrigatória, ou seja, não são obrigados a responder todas.
TAREFA Boa sorte a vocês e espero que tenham aprendido!
Beijos,



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Organizando as ideias — Parte 1

em sexta-feira, 24 de julho de 2015 | 6 comentários:
Oi, gente! 
Eu vim aqui hoje com dicas de escrita e não ortografia ou gramática, mesmo que estes dois tópicos estejam diretamente ligados ao primeiro. 
  • Coesão e Coerência.
Essas duas lindezas, muitas vezes esquecidas ou desconhecidas, são extremamente necessárias na hora de escrever. Acredito que a maioria das pessoas sabe o que é coerência, certo? Vejam:
  1. Fui no shopping comprar carne para a reunião da empresa no sábado. 
Tem coerência? Não, afinal não faz o menor sentido, não é? Afinal, para que comprar carne no shopping para a reunião da empresa? No entanto, há coesão, mesmo sem coerência. 
Coerência é quando o sentido da frase existe, ou seja, quando a frase faz sentido. Coesão é quando os termos da sentença estão conectados, completando um ao outro, não necessariamente fazendo sentido. Por isso o exemplo tem coesão e não coerência. 
PS: é bem difícil existir coerência sem coesão, já que a primeira depende da segunda, e a segunda não depende da primeira.

  • Parágrafos.
Parágrafos muito longos e parágrafos muito pequenos são entediantes. SIM! Parágrafos pequenos são entediantes, e muito. Afinal, um parágrafo é a junção de ideias em sequência e que se completam, e se for muito pequeno, evidencia a falta de ideias, enfraquecendo a escrita. 
"Ah, mas e se o parágrafo for só de uma frase?" Depende, qual frase é essa? É impactante, ou reforça todo um parágrafo em uma linha só? Se sim, então tudo bem. Se não, esqueça isso imediatamente. 
Saiba como dividi-los, não use no mesmo parágrafo uma explicação do autor sobre como se sente e como está o tempo. Falta coesão, afinal, os elementos, as ideias, não estão se completando. 
PS: peça ajuda a uma beta, ela saberá como lhe ajudar com esse e muitos outros tópicos. 

  • Narração. 
A dúvida que não cala jamais quando começamos a escrever: primeira ou terceira pessoa?
A resposta é simples: com qual das duas maneiras você se dá melhor? É primeira, então faça em primeira pessoa. É em terceira? Então faça em terceira pessoa.
 "Mas eu quero mostrar a visão dos dois, três, quatro, n, personagens, mas me dou bem em primeira pessoa." Arrisque-se! Escreva em terceira pessoa então.  "Posso usar os POV's?" Eu diria que não. A menos que, a cada capítulo, seja o POV de um personagem. Se quiser mudá-lo dentro do mesmo capítulo, use narrador onipresente. 
"Eu só sei escrever em terceira pessoa, mas gostaria de focar em um personagem só..." Primeira pessoa! Arrisque-se também. Acha que Dan Brown, J.K. Rowling, Suzanne Collins não se arriscaram? Ou que George R.R Martin sempre escreveu daquela maneira? Talvez sim, talvez não, mas arrisque-se. Se não ficar bom, paciência, comece de novo. Nem sempre o risco é bom na primeira tentativa. 
PS: POV é a sigla para Point of View que, em inglês, significa Ponto de Vista. 

  • Personagens.
A história é focada em quantos personagens? Um, dois, três, mais? Se for focada em dois, tudo bem, é fácil manter a linha, mas se for em três ou mais, cuidado! Tente equilibrar as histórias, não preferencie um determinado(s) personagem(ns) para não esquecer os outros. 
Se sua história tem como foco principal a vida de seis amigos com vinte e poucos anos vivendo em Nova York, amadurecendo e conhecendo a vida adulta, não foque em dois ou três deles. Na sua sinopse diz que é a vida de seis e não de metade deles. Caso saiba que, ao desenvolver da trama, não conseguirá focar em todos, escolha principais e deixe o resto em segundo plano, como coadjuvantes. 

  • Enredo.
Se na sua sinopse diz que é uma história que trata de gângster, mafiosos, o caralho a 4, não faça personagens fofos. Um gângster jamais, jamais, será fofo com você, então ele não será fofo com a personagem. Crie um enredo realista, com coisas que são realmente possíveis de acontecer no meio em que a história acontece. 
Não faça um mafioso largar essa vida porque está apaixonado pela mocinha. Isso n-u-n-c-a irá acontecer no mundo real, então não crie esse tipo de coisa no fundo da fantasia. Mantenha a linha entre literatura e realidade tênue. 
Caso vá escrever sobre alguma doença, síndrome, ou qualquer coisa assim, pesquise. Pesquise o máximo que puder sobre o assunto. Leia livros, revistas, artigos, veja vídeos, entrevistas, se possível, até converse com pessoas que possuem a doença sobre a qual você irá tratar. Jamais escreva sem saber de nada, alguém que realmente sabe pode ler e as coisas não vão ser legais. 
PS: Tente ao máximo não fugir da ideia original. Não mude a personalidade dos personagens do dia para noite, não os transforme de água em vinho.

  • Ortografia e Gramática.
Está tudo junto, porque é um assunto delicado. Alguns escritores parecem temer a língua portuguesa, ou até odiá-la, matando-a em cada linha das histórias. GENTE! Não precisa disso tudo. Leia mais livros, não necessariamente sobre português (mas não deixe o dicionário de lado). Recorra ao seu(a) professor(a) de português quando alguma dúvida aparecer a respeito de uma palavra e seu significado ou sua escrita. Pode ter certeza que ele(a) vai ficar muito feliz em saber que você o(a) está procurando para aprender mais. 
Antes de postar qualquer capítulo, revise- milhares de vezes se precisar. Mande para mais pessoas, quanto mais lerem, melhor; outros olhos verão seu texto e poderão encontrar erros que você mesmo não viu. Ainda depois disso, mande para uma beta. Ela é a pessoa mais aconselhada e, às vezes, mais indicada para lhe ajudar. Converse com ela, diga o que quer que mude/corrija/aponte como errado. Peça dicas e ajudas. Não tenha vergonha de não saber. Ninguém irá lhe julgar e a maioria das pessoas ficam imensamente felizes em ajudar alguém. 

  • Tamanho. 
"Tamanho do que?" Tanto da história em si, como dos capítulos. Tudo bem que um capítulo de um livro tem mais de 5 mil palavras, mas ler isso em uma tela de computador/celular/tablet cansa, não é? Então saiba balancear isso. Se um capítulo requer um pouco mais de informação, aumente-o. Se não precisa, não encha linguiça e faça do tamanho que precisar. 
Como dito, não encha linguiça. Nunca! É uma das piores coisas que existem; ler um capítulo que fala muito e não fala nada. 
O tamanho ideal é de acordo com o tema tratado. Se for algo mais leve, voltado para o romance, fru-fru, coisas doces, entre mil e duas mil palavras é ótimo. Se for algo mais pesado, com um enredo 'dark', que envolva conflitos entre personagens, entre duas e três mil palavras. Estipule um valor máximo que, no meu caso, não deixo passar de 3k de palavras. Entretanto, isso é pessoal. 

Sete tópicos está bom para o primeiro post, não é? Pretendo fazer mais, afinal, são várias coisas que ainda precisam ser ditas. Então, se quiserem uma "Parte 2", avisem! 
Finalmente, lembrem-se que qualquer dúvida, sugestão, reclamação ou crítica a respeito do post, vocês têm total liberdade para falarem comigo. 
Beijos e espero que vocês tenham sido ajudados!

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